quinta-feira, 5 de junho de 2008

Trânsito: a lógica da incompetência

Simceramente, admito que não consigo acompanhar a lógica que norteia algumas definições do trânsito de Maceió. Vou discutir duas delas, mas sei que existem outras. A primeira delas é entender o porque da permissão para estacionar em alguns trechos perigosos da Av. Humberto Mendes, aquela que margeia o Salgadinho. Quem desce a Ladeira Geraldo Melo, mais conhecida como da Rodoviária, e passa por baixo do elevado, logo na primeira curva se depara com vários automóveis, inclusive caminhões, estacionados no lado direito da via. Ali é permitido estacionar. Mais à frente, nos fundos do CEFET, sem nenhuma curva perigosa, é proibido estacionar. Ultrapassado os trilhos da Buarque de Macedo, o trânsito é maior e, no entanto, é permitido estacionar.
O segundo caso é o do trecho que liga a Praça Montepio dos Artistas, onde está a OAB, à Praça D. Pedro II, da Assembléia Legislativa. Ao lado do antigo Produbam o estacionamento foi liberado nos dois lados da via, deixando uma só faixa de rolamento no centro. Na Rua 2 de dezembro há uma placa proibindo estacionar que ficaria melhor se oficializada como ponto de táxi, já que lá sempre se encontra um ou dois automóveis á espera de passageiros. Não há policiamento algum para impedir o abuso.
Como usuário, verifico que são situações fáceis de resolver e, no entanto, teimam em continuar a testar a nossa paciência.

Um comentário:

Carlos Holanda disse...

Meu caro Edberto, e as motos e bicicletas? Principalmente, estas últimas. Andam na contra-mão, por cima das calçadas, não respeitam sinal vermelho...

Temos tudo isso reunido na Ladeira da Catedral. As bicicletas descem a ladeira, passam pelo sinal fechado, por trás do mesmo e entram na Barão de Atalaia. Precisa mais?

Já mandei vários emails para o detran cobrando punição para os coclistas, uma vez que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, bicicletas não são são liberadas para desrespeitar as leis. O Detran nunca me respondeu um email sequer.