
sábado, 31 de maio de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Participe da elaboração do programa de governo
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Toinho Alves, do Quinteto Violado, morre aos 64 anos em PE

O corpo do músico, que morreu aos 64 anos em decorrência de um infarto, foi encontrado em sua casa na manhã de hoje, pelo filho Dudu Alves, também integrante do Quinteto Violado.
Alves -- que nasceu em 22 de agosto de 1943 -- era natural de Garanhuns, cidade localizada no agreste pernambucano, e chegou a aprender música antes de sua alfabetização, segundo o site oficial do grupo.
Ainda em sua cidade, ele participou da Banda Municipal e herdou dos monges beneditinos o gosto pelo canto. Ao mudar para o Recife, na primeira metade dos anos 60, Alves criou o grupo vocal Os Bossa Norte, do qual também fizeram parte Naná Vasconcelos e Marcelo Melo.
A idéia de formar o Quinteto -- criado em 1971 -- surgiu quando ele integrava o TVU-3, grupo musical vinculado à TV Universitária, do qual também faziam parte Luciano Pimentel e Sérgio Kyrillos.
Além de tocar contrabaixo e cantar, Alves também era responsável pela coordenação musical dos arranjos, repertório, produção artística dos discos e direção musical dos espetáculos do Quinteto Violado.
No livro "Bodas de Frevo: A História do Quinteto Violado", escrito pelo jornalista Gilvandro Filho e lançado em 1998 para celebrar os 25 anos do grupo, diversos momentos da vida do músico são destacados para explicar a história do grupo.
O velório de Alves acontece desde às 18h, na sede da Prefeitura de Olinda, onde o músico foi Secretario de Cultura entre os anos de 2003 e 2004. O enterro será nesta sexta-feira (30) no cemitério Parque das Flores, às 11h.
terça-feira, 27 de maio de 2008
A negritude dos europeus

Esses primeiros imigrantes eram nômades, caçadores, coletores, pescadores e pastores que se alimentavam predominantemente de carne animal. Dessa fonte natural, os primeiros europeus absorviam a vitamina D, imprescindível para a absorção de cálcio no intestino e a formação de ossos de boa qualidade.
Nos últimos 6 mil anos, quando a agricultura se disseminou pelo continente, fixou o homem à terra e criou a possibilidade de estocar alimentos, a dieta européia sofreu mudanças radicais. A adoção de uma dieta mais vegetariana trouxe vantagens nutricionais, menor dependência da imprevisibilidade da caça e da pesca, aumentou a probabilidade de sobrevivência da prole, mas reduziu o acesso às fontes naturais de vitamina D.
Para garantir que o metabolismo de cálcio continuasse a suprir as exigências do esqueleto, surgiu a necessidade de produzir vitamina D por meio de um mecanismo alternativo: a síntese na pele mediada pela absorção das radiações ultravioleta da luz solar.
De um lado, a pele negra incapaz de absorver os raios ultravioleta na intensidade que o faz a pele branca; de outro, as baixas temperaturas características do norte da Europa, que obrigaram os recém-saídos da África tropical a usar roupas que deixavam expostas apenas as mãos e o rosto, criaram forças seletivas para privilegiar mulheres e homens de pele mais clara.
Num mundo de gente agasalhada dos pés à cabeça, iluminado por raios solares anêmicos, levaram vantagem na seleção natural os europeus portadores de genes que lhes conferiam concentrações mais baixas de melanina na pele.
As previsões de Cavalli-Sforza enunciadas numa época em que a Genética não dispunha das ferramentas atuais, acabam de ser confirmadas por uma série de pesquisas. No ano passado, ocorreu o maior avanço nessa área: a descoberta de que um gene, batizado de SLC24A5, talvez fosse o responsável pelo aparecimento da pele branca dos europeus, mas não dos asiáticos.
Em outubro de 2005, o grupo de Keith Cheng, da Pennsylvania State University, publicou na revista Science um estudo demonstrando que existem duas variantes desse gene (dois alelos, como dizem os geneticistas). Dos 120 europeus estudados, 98% apresentavam um dos alelos; enquanto o outro alelo estava presente em praticamente todos os africanos e asiáticos avaliados.
Trabalhos posteriores procuraram elucidar em que época essa mutação genética teria emergido entre os europeus. Com emprego de técnicas de seqüenciamento de DNA, o gene SLC24A5 foi pesquisado em 41 europeus, africanos, asiáticos e indígenas americanos. Pelo cálculo do número e da periodicidade com que ocorrem as mutações, os autores determinaram que os alelos responsáveis pelo clareamento da pele foram fixados nas populações européias há 18 mil anos.
No entanto, como a margem de erro nessas estimativas é grande, os autores também seqüenciaram outros genes localizados em áreas próximas do genoma. Esse refinamento da técnica permitiu estimar o aparecimento da cor branca da pele européia num período que vai de 6 mil a 12 mil anos.
Esses estudos têm duas implicações:
1) Demonstram que as estimativas de que os seres humanos modernos teriam aparecido há 45 mil anos, e que não teriam mudado desde então, estão ultrapassadas. Nossa espécie está em constante evolução;
2) Como são ridículas as teorias que atribuem superioridade à raça branca. No período que vai de 5 milhões de anos atrás, quando os primeiros hominídeos desceram das árvores nas savanas da África, a meros 6 mil a 12 mil anos, éramos todos negros.
Dr. Drauzio Varella.
http://drauziovarella.ig.com.br/artigos/negritudeeuropeu.asp
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Almeida e Collor: o vice é a segurança do acordo

quarta-feira, 21 de maio de 2008
Raridade: músicas do Grupo Terra de 1980
domingo, 18 de maio de 2008
Portugal aprova acordo de mudanças na língua portuguesa

Agência Brasil
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Ipea: 10% dos mais ricos detêm 75% da riqueza

Os dados serão apresentados pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann, nesta quinta-feira ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social). O objetivo, segundo ele, é oferecer elementos para a discussão da reforma tributária.
Para Pochmann, a injustiça do sistema tributário é uma das responsáveis pelas diferenças. "O dado mostra que o Brasil, a despeito das mudanças políticas, continua sem alterações nas desigualdades estruturais. O rico continua pagando pouco imposto", afirmou.
Ainda segundo a pesquisa a concentração é maior em três capitais brasileiras. A concentração é maior em São Paulo, onde 10% detém 73,4% de toda a riqueza. Esse número cai, em Salvador, para 67% e, no Rio, para 62,9%. Segundo Pochmann, um dos principais responsáveis pela distorção é o sistema tributário em vigor.
Na história brasileira, segundo Pochmann, pouco mudou desde o século 18, quando os 10% mais ricos concentravam 68% da riqueza, no Rio de Janeiro, capital do país. Este é o único dado disponível, no Instituto, anterior à atual pesquisa.
"Mesmo com as mudanças no regime político e no padrão de desenvolvimento, a riqueza permanece pessimamente distribuída entre os brasileiros. É um absurdo uma concentração assim", disse.
Na contramão do equilíbrio fiscal pretendido por qualquer nação civilizada, no Brasil os pobres chegam a pagar 44,5% a mais de impostos do que os ricos, conforme mostra a pesquisa a ser apresentada ao CDES. O economista sugere que os ricos tenham uma tributação exclusiva, para conter esse regime de desigualdade, por meio de uma reforma tributária que calcule a contribuição de cada brasileiro conforme sua classe social.
A pesquisa do Ipea também mostra o peso da carga tributária entre ricos e pobres, que chegam a pagar até 44,5% mais impostos. Para reduzir as desigualdades, o economista defende que os ricos tenham uma tributação exclusiva.
Pochmann afirmou que um dos caminhos é discutir uma reforma tributária que melhore a cobrança de impostos de acordo com a classe social. "Nenhum país conseguiu acabar com as desigualdades sociais sem uma reforma tributária", afirmou.
A pesquisa do Ipea também mostra um dado inédito. A carga tributária do país, excluindo as transferências de renda e pagamento de juros, cai a 12%, considerada por Pochmann insuficiente para que o Estado cumpra as suas funções.
Portal Vermelho
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Abertura do Projeto Som no Arena acontece dia 15 com Júnior Almeida

Formada pelos músicos Toni Augusto, Wilbert Fialho, Bruno Palagani e Júnior Almeida, o grupo Básico Feito Samba surge no cenário alagoano trazendo uma sonoridade apurada e moderna. Com o desejo de buscar novas experiências e ousar, esse grupo de músicos lança um novo projeto no qual não deixa de lado suas composições autorais e revisita clássicos do samba brasileiro, dando-lhes novas versões.
A idéia do projeto surgiu de uma parceria com o Fórum Alagoano de Música, em 2007, quando foi realizado, na Praça Deodoro, o show de encerramento do projeto "O Teatro e a Praça". Os próximos espetáculos musicais terão a participação de Basílio Sé, Simão, Chama Luz, Ezra, Sóstenes Lima, Deyves e Naldinho. Os ingressos serão vendidos a preço popular, no valor de R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia).
Básico Feito Samba
No comando do violão de sete cordas está o instrumentista Wilbert Fialho, nascido às margens do Rio São Francisco na cidade de Pão de Açúcar. Traz na bagagem várias influências, desde ritmos nordestinos, como o coco de roda e o baião, à música universal, como o jazz. Bebe também do choro carioca e da música flamenca, criando, assim, uma interessante musicalidade.
Bruno Palagani, baiano radicado em Maceió, é mestre no cavaquinho. Seu interesse pela música – e, principalmente, pelo choro - começou após ouvir Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim e Pixinguinha. Teve como mestre e incentivador maior o músico alagoano Wellington Pinheiro.
O músico pernambucano Toni Augusto, que mora em Maceió há alguns anos, é um guitarrista experiente e respeitado no meio musical. Já tocou com Daniela Mercury e participou da gravação do CD Limiar do Tempo, de Júnior Almeida. Na percussão, Wilson Miranda assume. Apreciador dos ritmos alagoanos e nordestinos, é hoje um dos percussionistas mais solicitados do Estado.
Fechando o time, a já notória voz do cantor e compositor Júnior Almeida. Seus quase vinte anos de carreira resultaram em três discos e diversas apresentações no Brasil e mundo afora. Seu trabalho mais recente é o disco "Limiar do Tempo", lançado em Maceió e em um show no Teatro Rival no Rio de Janeiro.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
A tortura dos "Democratas"

O que leva um senador a ter um comportamento fascistóide desta natureza? Será que ele não sabia que ao proferir tais palavras estava praticando tortura psicológica? A resposta só pode estar no desespero da oposição ao governo Lula. Ali estava, na frente deles, a “mãe do PAC”. Uma possível candidata do Lula à sucessão presidencial e que tinha que ser destruída a qualquer preço.
O ato de agressão à ministra Dilma Rousseff influenciou o restante da audiência. Havia um pedido de desculpas implícito nas perguntas subseqüentes. O resultado? Tiro pela culatra. Dilma sai fortalecida e a oposição tira a máscara e mostra que merece mesmo ser tratada como coisa do Demo.
terça-feira, 6 de maio de 2008
O impasse
O que está em jogo, hoje, não é somente o mandato dos Deputados que se apropriaram dos 300 milhões de reais. O que eles não admitem perder é o controle da Mesa e suas “tetas” benevolentes. Sem os subsídios extras, como adquirir um mandato? Sem o mandato perde-se o manto protetor da autoridade acima da lei e da vida. A ordem é não deixar a Mesa cair em mãos “indevidas”. Será que isso é possível? Os suplentes já viram que a Polícia Federal não está para brincadeira, além de saberem o que é enfrentar as urnas contra a panelinha da Assembléia. Judson,